Parecer do CFM veta realização de ultrassonografia
obstétrica a não médicos

Mediante solicitação do Ministério Público Federal, o Conselho Federal de Medicina (CFM) avaliou a documentação do Conselho Federal de Enfermagem (COFEM) e a literatura internacional sobre a realização de exame de ultrassonografia obstétrica por profissional de enfermagem.

Assim, com base em posição construída em Câmara Técnica do próprio CFM, com as participações da Febrasgo, representada pelo diretor de Defesa e Valorização Profissional, Juvenal Barreto, e do Colégio Brasileiro de Radiologia, foi editado o parecer 35/2017, no qual o Conselho Federal de Medicina reitera:

Nota em Defesa aos Ginecologistas e Obstetras
Os médicos ginecologistas e obstetras, por meio da sua entidade representativa, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), vêm manifestar seu esclarecimento aos comentários publicados na Folha de S. Paulo, na coluna do caderno Cotidiano, página B2, no dia 1º de setembro.

De maneira bastante contundente e sofismando o tempo todo, a autora do texto ofende frontalmente a categoria médica, particularmente os ginecologistas e obstetras. Pela sua textualização, não há um obstetra que possa “atendê-la” a contento.

Planos de cobertura restrita serão risco à saúde dos pacientes
Entidades médicas, de defesa do consumidor, advogados e promotores são unânimes em condenar proposta agora endossada pela ANS.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) acaba de sinalizar positivamente para a criação dos planos de saúde de cobertura restrita, batizados pelo Ministério da Saúde de “acessíveis” ou “populares”. Assim como a Febrasgo, diversas entidades médicas e de defesa do consumidor condenam produtos nesses moldes por entender que, ao restringir/limitar a cobertura, trarão prejuízos importantes à saúde dos pacientes.

75% dos reajustes em planos coletivos são considerados abusivos pelo Judiciário, aponta pesquisa do Idec
Além da suspensão do aumento abusivo, levantamento do Instituto constatou que 56% dos consumidores recebem ressarcimento do valor pago indevidamente.

Nesta terça-feira, 26 de setembro, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) lançou uma pesquisa com análise das decisões de tribunais de segunda instância de dez estados do País e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) proferidas entre 2013 a 2017.